Em 1977, o destino colocou Vail Paschoalin diante da Honda CG; primeiro como mecânico ao lado dos irmãos, depois como piloto. O talento apareceu de forma inesperada, em cenas de ação de uma novela, onde uma simples ultrapassagem revelou seu caminho nas pistas.
De Interlagos à Fórmula 125, Vail construiu sua trajetória na raça, entre quedas, vitórias e um título que escapou por pouco. Mais do que um piloto, tornou-se símbolo de uma geração “raiz”, que vivia cada curva com intensidade e preparava a própria máquina.
Quase 50 anos depois, sua história segue em movimento — agora como legado, passado ao filho e à família. Porque, para Vail, a Honda CG nunca foi apenas uma moto.
Foi o começo de tudo.