DNA Honda: O Homem que Deu à Luz ao “CG”
Para Marcelo, um mineiro de 53 anos natural de Santos Dumont, a Honda CG não é apenas uma máquina de ferro e engrenagens; é o fio condutor que costura toda a sua história de vida e as conquistas de sua família. Casado e com uma trajetória de 24 anos dedicada à concessionária Honda, ele transformou a gratidão por esse modelo em um vínculo pessoal que ultrapassa o profissionalismo.
A relação começou com uma CG branca em 1983, comprada quando ele tinha apenas 18 anos e servia ao Exército Brasileiro. Enquanto aprendia a disciplina militar como motorista de blindados, era na sua CG que ele encontrava a verdadeira alegria e a liberdade, descobrindo uma confiabilidade que nenhuma outra marca lhe oferecia. A moto foi sua companheira nos primeiros passos da vida adulta, das pizzarias de Juiz de Fora aos sonhos de estabilidade que começavam a acelerar.
O ápice dessa conexão emocional ocorreu em 2005, um ano que definiu o destino da família. Naquela época, Marcelo trabalhava como vendedor montado em uma Titan 2004 verde, veículo que usou para uma viagem de fé até Aparecida do Norte para agradecer o nascimento de seu filho com saúde. O vínculo com a motocicleta era tão profundo e sinônimo de “coisa boa” que Marcelo e sua esposa decidiram eternizar essa gratidão no registro civil do herdeiro.
Ao escolherem o nome Claudio Gabriel, o objetivo era claro: as iniciais deveriam formar CG, o “nosso CG”. Hoje, o filho estuda em Juiz de Fora, mas carrega no nome e no apelido a marca da superação do pai. Para Marcelo, que já abriu a loja às 19h apenas para ver o brilho nos olhos de um cliente recebendo uma chave, a CG é o símbolo de uma vida privilegiada onde o trabalho e o amor pela marca se fundem em um único caminho.
“A palavra certa que eu tenho hoje para CG é gratidão, cara. Minhas conquistas hoje tudo foi em cima da CG.” – Marcelo